Consumidor que reflete antes da compra diminui impactos negativos na natureza

Consumidor que reflete antes da compra diminui impactos negativos na natureza

                As 6 Perguntas do Consumo Consciente, do Instituto Akatu, ajudam na reflexão antes,             durante e após o ato da compra

O consumidor tem um grande poder em mãos, embora nem sempre tenha consciência disso. Por meio de suas escolhas cotidianas, ele pode contribuir para reduzir os impactos negativos no meio ambiente, na economia, na sociedade e no seu próprio bem-estar.

Consumir apenas o suficiente possibilitará que haja recursos naturais para todos e para sempre. O planeta não consegue regenerar os seus recursos naturais na mesma velocidade de nossas demandas. Com o crescimento da população e dos níveis de consumo, o Banco Mundial estima que em 2050 serão necessárias quase três Terras para dar conta das demandas do nosso estilo atual de vida.

Por isso, o Instituto Akatu, no Dia do Meio Ambiente (5/6), divulga as 6 Perguntas do Consumo Consciente, que ajudam o consumidor a refletir antes e depois de fazer uma compra. Confira o material a seguir:

POR QUE COMPRAR? A prática do consumo consciente começa com a análise da necessidade do produto ou do serviço que se vai consumir. Por que comprar? Eu realmente preciso comprar ou estou sendo levado pelo impulso do momento? Preciso comprar mais ou já tenho o suficiente?

Somos bombardeados diariamente com propagandas e promoções, que nos induzem ao consumo. Mas é preciso pensar sobre o que motiva essa compra: uma real necessidade ou um desejo irracional? Antes de fazer a compra, pense se há alternativas a ela, como reaproveitar algo que já tenha em casa, fazer uma troca com alguém, pegar um item emprestado ou reformar algo que você já tem.

Também é bom lembrar que essa pergunta se aplica tanto aos bens duráveis quanto aos não duráveis, como alimentos. É muito comum encontrarmos um alimento em promoção ou com uma ótima aparência e nos sentirmos tentados a comprá-lo, mesmo que não tenhamos certeza sobre quando vamos consumi-lo. Por isso, antes de ir à feira ou ao mercado, é indispensável fazer um planejamento do cardápio da semana e dar uma boa checada no que sobrou na geladeira e na despensa.

Vale a pena ir mais fundo e refletir sobre o que realmente importa na sua vida: muitas vezes, dedicamos tempo para fazer um trabalho extra porque buscamos ter recursos para alguma compra, mas é bom pensar se o que precisamos mesmo não é de mais proximidade com a família e os amigos, de tempo livre para praticar nossos hobbies. Se você deixou de fazer uma compra por impulso ou impensada por ter se feito essa primeira pergunta, parabéns! Economizou seu tempo, seu dinheiro e evitou os impactos negativos da fabricação do produto como a produção de resíduos e a emissão de gases poluentes na extração e transporte de recursos naturais.

Se você refletiu sobre a necessidade de adquirir um produto, estudou as alternativas e resolveu mesmo fazer a compra, vá para a próxima pergunta.

O QUE COMPRAR? Consciente da necessidade de comprar um produto, é hora de fazer uma boa definição das características desejadas. Pense sobre quais as especificações e funcionalidades que você realmente precisa no produto para atender à sua necessidade, evitando ser atraído por elementos que não serão úteis no uso que você fará do produto.

É importante levar em consideração critérios como a qualidade, a durabilidade e a segurança do produto, além do seu preço. Não se deixe levar por modismos, prefira um produto mais durável, que será útil por mais tempo e que permitirá levar mais tempo para que uma nova compra venha a ser necessária no futuro.

Além disso, para fazer a escolha, considere não só o produto em si, mas também a embalagem dele. A embalagem deve ser usada para proteger e transportar o produto com segurança, ou para dar mais durabilidade, tipicamente, a um produto alimentar. No entanto, em alguns casos, existem embalagens em excesso que não têm nenhuma funcionalidade, terminando por se acumular nos lixões.

E não se esqueça de avaliar os impactos associados ao produto ao fazer a seleção entre as opções existentes (o que ocorre na próxima pergunta).

COMO COMPRAR? É hora de pensar sobre as formas de pagamento e sobre a logística dessa compra.

Vai comprar à vista ou a prazo? Muitas vezes, são oferecidos descontos se a compra for feita à vista – aproveite isso, se for possível. É importante estar seguro de poder pagar as prestações em dia, sem que isso venha a sacrificar o atendimento de outras necessidades, caso resolva parcelar.

Se não for possível comprar à vista e for comprar parcelado, é importante analisar não só o tamanho da prestação e se ela cabe no seu bolso, mas também olhar as taxas de juros do crediário, do cartão de crédito ou do cheque especial.

Vale a pena gastar esse dinheiro nesta compra mesmo? Avaliar o custo/benefício do que vai comprar também é importante. Não se esqueça que o dinheiro é um fruto do seu trabalho e, portanto, do uso de seu tempo.

Outra decisão importante: comprar de uma loja física ou pela internet? As compras pela internet podem oferecer preços mais interessantes, mas é importante que você esteja seguro de que o produto é realmente o que você precisa e considere o preço do frete no total do valor da compra, além do tempo de entrega.

Também é importante pensar sobre a logística da compra. Como ir até a loja e como trazer as mercadorias compradas? Caso vá carregar vários itens pequenos, não se esqueça de levar uma sacola ou caixa, para dispensar as descartáveis. Vai trazer as mercadorias de carro? Carro emite gás carbônico, principal responsável pelo aquecimento global. Por isso, se possível, escolha um lugar para comprar que seja próximo a você ou que seja próximo do seu trajeto rotineiro, assim conseguirá ir a pé ou de bicicleta.

DE QUEM COMPRAR? Nem sempre é fácil para o consumidor, mas, na medida do possível, é importante buscar informações sobre o fabricante e o varejista que estão fabricando e vendendo produtos com as características do que você vai comprar.

Sempre que puder, acompanhe notícias de fontes confiáveis e tente descobrir informações sobre a produção: se há cuidado no uso dos recursos naturais, se os funcionários são bem tratados, se há respeito à comunidade local, se há preocupação com a conservação do meio ambiente. Desta forma, o consumidor mostra que seu poder de compra permite valorizar as empresas que cuidam melhor da sociedade e do meio ambiente.

Uma vez conhecidas as características das empresas, para decidir de qual comprar avalie também os critérios como a qualidade, a durabilidade e a segurança dos seus produtos, além do seu preço.

A ideia não é chegar a um veredito absoluto sobre qual a empresa que produz o melhor produto, mas levar em consideração os impactos de sua produção, uso e descarte, na medida do possível, antes de definir de quem comprar (o que é possível quando não se compra por impulso), tirando dúvidas e fazendo uma compra mais consciente. Caso uma empresa tenha seus produtos certificados e apresente um selo social ou ambiental representando tal certificação, fica mais fácil identificar seu melhor impacto, ao menos em alguns aspectos importantes. Há uma série de selos no mercado, alguns deles representando a certificação pela qual passou o produto e, em outros casos, representando apenas uma autodeclaração da própria empresa com relação a uma ou mais características do produto. Existem, por exemplo, certificações de orgânicos (produzidos sem agrotóxicos), certificações relativas à “justiça social” na cadeia de produção, ou certificações referentes ao bem-estar animal, entre outros.

Ao mesmo tempo, dizer não aos produtos contrabandeados ou piratas significa dizer não às empresas que adotam essa prática e, nesse sentido, faz parte desta etapa de escolha da empresa da qual comprar, evitando estar associado ao crime ou práticas que vão contra a legislação do país além de, geralmente, terem produtos de qualidade inferior. Neste caso, vale a frase: “o barato pode sair caro”.

E não se esqueça de verificar se a empresa tem uma boa reputação no atendimento ao consumidor. Faça uma pesquisa para saber se há muitas reclamações de pessoas que consumiram o produto ou o serviço. Informe-se também sobre a assistência técnica ou os serviços de atendimento, para que você seja atendido com eficiência caso tenha algum problema após a compra.

COMO USAR? O consumo consciente não termina quando você faz o pagamento. Quando você leva o produto para casa, é preciso dar uma vida longa a ele. Para isso, é preciso que ele seja bem cuidado, guardado, manipulado e usado, de forma a não ser danificado.

É um grande desafio estender ao máximo a vida útil do que compramos. Devemos aproveitar bem o produto comprado, evitando dessa forma a necessidade de uma nova compra em curto período e os impactos associados à fabricação, ao transporte e ao descarte de produtos.

Caso se trate de um alimento, por exemplo, é preciso que ele seja guardado ou refrigerado em um local onde não estrague rapidamente, seguindo as instruções da embalagem, caso existam. Organização é importante para que este alimento fique visível e não seja esquecido no fundo da geladeira ou despensa. Antes que um alimento estrague, tente transferi-lo ao congelador – ou faça uma doação para quem tiver disposição de consumi-lo rapidamente. Com frutas que estejam maduras, por exemplo, é possível preparar geleias que vão durar mais tempo. Congeladas, elas servirão para fazer caldas ou sucos no futuro. Já as sobras, os talos e cascas de frutas e vegetais podem ser utilizados em outras receitas, evitando o desperdício.

Se o produto for uma roupa, é preciso que o consumidor conheça o jeito certo de fazer a lavagem e secagem da peça, para que ela seja preservada. Também é fundamental que o guarda-roupas esteja arrumado para que a peça seja bem utilizada e não fique deformada. Furou, rasgou ou desbotou? Trate de buscar uma solução. Com criatividade você prolongará a vida útil da peça de roupa, economizará recursos e dinheiro.

No caso dos eletrônicos, é importante que eles não fiquem ligados desnecessariamente. Conheça suas funções para que não haja desperdício de energia. No caso das máquinas de lavar roupa ou louça, por exemplo, busque usá-las na capacidade máxima, para que a água não seja desperdiçada.

COMO DESCARTAR? Lembre-se: aquilo que não tem mais utilidade para você pode ser interessante para outra pessoa. Por isso, avalie antes de descartar qualquer produto. Caixas e embalagens podem ter outra utilidade, roupas antigas podem ser adaptadas, móveis reformados e eletrodomésticos consertados, além de poderem ser doados ou trocados.

Quando realmente o produto tiver sido explorado ao máximo, é preciso fazer um descarte adequado, reduzindo ao máximo os impactos negativos na sociedade e no meio ambiente. Primeiro, considere encaminhá-lo para a reciclagem. Alguns materiais podem ser reciclados, o que traz uma economia de água, de energia e de outros recursos em relação à sua produção a partir da matéria-prima virgem. O resíduo orgânico pode ser compostado, gerando adubo que pode ser doado ou usado no seu próprio jardim.

Não se esqueça de que há produtos que exigem descarte especial para que não haja contaminação da água e do solo, como pilhas, lixo eletrônico e lâmpadas. Procure o posto de coleta mais próximo da sua casa.

E recorde-se de que não existe “jogar fora”: o “fora” é “dentro” do nosso próprio planeta, onde todos vivemos. Ao fazer essas perguntas antes de uma compra, você fará parte de um movimento transformador. Mesmo seus pequenos atos de consumo, se forem repetidos por um longo período de tempo, têm um forte impacto. Por isso, faça a diferença e seja um exemplo para as outras pessoas!

Compartilhe as 6 Perguntas do Consumo Consciente para multiplicar essa prática positiva entre os seus amigos.

Fonte: https://www.akatu.org.br/noticia/dia-do-meio-ambiente-consumidor-que-reflete-antes-da-compra-diminui-impactos-negativos-na-natureza/

Feliz dia do profissional de RH

Feliz dia do profissional de RH

Tempo não é algo sobrando nessa área, que combina Gente e Gestão

A área de Recursos Humanos não é apenas recrutamento e seleção ou administração de pessoal. Esta é sim parte importante do trabalho, mas um olhar mais atento percebe que o grande valor que a área agrega é cuidar dos recursos mais importantes da organização: as pessoas.

É interessante a nossa tendência de simplificar, uma metonímia organizacional. Marketing cuida de comunicação. Finanças da contabilidade. E RH? Cuida do recrutamento de pessoas. Mas e depois que elas já estão na organização?

Durante essa pandemia, como consultora que lida com muitas empresas e vários profissionais da área, tive a oportunidade de observar muito do trabalho “dos bastidores”. E, neste dia do profissional de recursos humanos, quis homenageá-los, trazendo-os para a frente dos holofotes.

Tempo não é algo sobrando nessa área, que combina Gente e Gestão. Todos os processos para viabilizar a continuidade da operação e para cuidar dos funcionários passam por lá. Da migração do escritório para o home office, integrando a área de TI para viabilizar os equipamentos, sistemas e outros recursos à renegociação com os planos de saúde para incluir telemedicina e cobertura para testagem e vacinação, passando pelos planos de contingência para pessoas que adoeceram, ou perderam entes queridos, ou para substituir em plena pandemia a perda de funcionários, seja por necessidades financeiras da empresa, seja pelo falecimento de funcionários.

Durante a pandemia, o grau de engajamento dessas equipes teve que garantir muito mais do que a realização dos processos. Foram responsáveis pela elaboração de cenários de corte de pessoal, cenários da volta total e parcial, administração de caso a caso de chefes inseguros e funcionários sem nenhuma estrutura em casa para cuidar de crianças.  São muitas histórias de superação, fazendo chegar equipamentos de segurança a locais distantes, protegendo as pessoas e cuidando de suas famílias para que os serviços essenciais não parassem e, principalmente, cuidando com carinho para que todos se sentissem integrados e parte de um todo, ainda que distantes do dia a dia organizacional. Até a promoção de shows on line e lives educativas foram viabilizadas.

E tudo isso, mantendo um pequeno segredo. Eles também têm famílias, insegurança, medo. Também podem ser contaminados e muitos tiveram que se afastar dos filhos para poder dar conta de uma rotina sem tempo disponível. São a linha de frente das organizações. E mais do que nunca merecem nosso aplauso e nosso reconhecimento. E, particularmente, a minha esperança de que serão ainda mais valorizados e poderão realizar todo o seu potencial de agregar valor às organizações.

E como será após a pandemia? Um estudo da FGV aponta que o home office deve crescer 30% após a crise. E essa única mudança implicará em uma revisão de processos, uma nova construção de rotina, novos processos de comunicação e um novo pensamento sobre o espaço e, principalmente, sobre as formas de gestão.

Essa mudança será uma grande oportunidade para se rever o papel do RH, como o responsável pela jornada da experiência do funcionário na organização. Segundo o Instituto Gallup, essa experiência é “a soma de todas as interações que o empregado tem com empregador, desde as fases pré-recrutamento, até após a sua saída”, e que afeta a reputação da empresa no mercado e vários stakeholders.

Como todo o momento de grave crise, é hora de se repensar, rever. E a área de RH deve assumir seu papel de protagonista dessa discussão.

Texto de Ana Paula Alfredo – Fundadora da Agrégat Consultoria – Especialista em Liderança e Desenvolvimento de Pessoas para o Mundo RH

Conta para nós como tem sido a atuação da área de RH na sua empresa?

Por que apostar nos treinamentos corporativos a distância?

Por que apostar nos treinamentos corporativos a distância?

Um dos desafios enfrentados pelos gestores é manter a equipe alinhada com o propósito da empresa e transmitir o conhecimento adequado sobre uma determinada tarefa, ainda mais em tempos de distanciamento social como este que estamos vivendo atualmente. Na minha visão, os empreendedores já entenderam a necessidade de aplicar atividades para capacitar seus profissionais e melhorar o desempenho da organização. E nesse caso, os treinamentos corporativos a distância têm sido muito utilizados, principalmente por serem simples, efetivos e de menor custo.

No período em que nossas atividades estavam normais, realizar um treinamento presencial já demandava tempo de deslocamento, altos custos de locomoção, espaço, despesa com viagens e transportes, materiais didáticos impressos, entre outros. Acredito que com a atual situação da economia no país, o investimento em treinamento a distância será cada vez mais presente na vida dos colaboradores, isso porque, além de econômico, são duradouros e pode ser acessado várias vezes, independente do local e horário, já que os materiais ficam disponíveis em uma plataforma digital.

Por meio da tecnologia, os gestores conseguem identificar mais facilmente as principais dificuldades enfrentadas pela equipe, dúvidas frequentes e onde podem melhorar. Isso permite que seja desenvolvido uma série de ações que vão atender as reais necessidades da empresa, proporcionando resultados mais qualificados para ambos os lados, além de auxiliar na alta performance dos funcionários.

Mesmo diante de tantas vantagens, alguns empreendedores ainda se sentem receosos em utilizar essas ferramentas porque acreditam que não vão conseguir atingir o resultado esperado, ou que a produtividade da equipe irá diminuir e até mesmo acham que esse tempo poderia ser destinado para executar as tarefas diárias. Em alguns casos, comentam que seus funcionários só irão aprender o trabalho na prática, porém se esquecem que o conteúdo exerce um papel fundamental no processo de aprendizado.

Por fim, continuo reforçando que, nós empreendedores, não temos que ter medo do novo e sim experimentar e apostar na tecnologia para melhorar a eficiência no trabalho. O mercado exige que os líderes tragam soluções tecnológicas para os negócios e ofereçam melhores condições de trabalho para os seus colaboradores, que por sua vez, estão mais assíduos por desafios e novas experiências. Vale a pena ficar de olho e arriscar!

Gustavo Caetano é CEO da Samba Tech, embaixador da Reserva e autor do best seller Pense Simples. É um dos colunistas do Rh Pra Você

 

Orientações para uma conference call

Orientações para uma conference call

Dicas para uma boa videoconferência. Acompanhe.

Preparação

Certifique-se previamente de que todos os equipamentos estão conectados adequadamente e com bateria suficiente para durar por toda a conferência. Faça todos os ajustes e testes necessários previamente. Os minutos iniciais de uma videoconferência não devem ser gastos com testes de imagem, voz e tela.

Conforto

Seus requisitos mínimos de conforto devem ser checados e supridos antes do início da conferência. Assim, deixe café e água à mão e assuma uma postura satisfatória. Esses cuidados são válidos porque você deve evitar a máximo sair de cena durante uma reunião ou interrompê-la para resolver esse tipo de coisa.

Boas maneiras

Como uma videoconferência é uma forma diferente de interação, conta com algumas regras de convivência que tornam seu andamento mais harmonioso para todos os envolvidos.

Não estamos falando em seguir normas rígidas, que vieram de algum livro empoeirado, como os manuais de etiqueta de antigamente, mas de ter bom senso e preocupação com a experiência das outras pessoas. Confira:

  • ao liderar uma chamada, aguarde todos entrarem na conferência em silêncio. Quando todos estiverem presentes, inicie a reunião se apresentando e expondo o assunto;
  • ao participar de uma chamada, mantenha-se em silêncio durante a exposição de outras pessoas;
  • seja objetivo ao expor suas ideias. Para tanto, é importante uma boa preparação e conhecimento sobre o assunto;
  • tenha cuidado com ruídos externos.

Os erros que não podem acontecer durante a conferência

Com microfones bastante sensíveis, uma transmissão em vídeo acaba captando tudo o que ocorre na sala de conferência. Assim, vale a pena tomar alguns cuidados, como não comer e beber nem mascar chicletes durante uma videoconferência. Se precisar de um gole de água, deixe o microfone mudo nesse momento.

Também é bom tomar cuidado com o tom de voz. Caso você se exalte, por qualquer motivo, e expressar isso com um grito, vai causar um grande desconforto entre os participantes. Então, procure controlar esses impulsos. Seguindo essas orientações, certamente você deve conseguir reuniões mais produtivas e com mais engajamento dos presentes.

O que mais pode ser feito com a estrutura de uma conference call?

Sem dúvida, conference calls são muito úteis para qualquer empresa. Já mencionamos aqui vários atributos que confirmam essa afirmação. O melhor é que a estrutura de videochamadas pode ainda ser usada em outros contextos, para realizar treinamentos corporativos, webinars e streaming, por exemplo.

Assim, seus treinamentos corporativos podem contar agora com aulas ministradas a distância, sem que seja necessário deslocamento dos instrutores para todas as filiais. Streaming e webinars podem ser promovidos facilmente para que você promova seus produtos e serviços, com links em suas redes sociais.

Um sistema de conference call deve ser encarado como uma das ferramentas de colaboração mais importantes dentro da empresa, por promover a interação e o trabalho em equipe, mesmo que a distância.

 

Fonte: https://blog.wittel.com/conference-call/

Sua Nova Marca no Novo Normal

Sua Nova Marca no Novo Normal

Os 9 fatores críticos da transformação para a volta da quarentena.

Vai mudar. Até o fim da pandemia, o que qualquer marca oferece vai passar por uma metamorfose. Ainda não sabemos o que exatamente vai ser esse novo normal, mas algumas ações podem ajudar em qualquer cenário. Seguir os 9 passos é construir a base para – respeitando as recomendações de distanciamento – entregar ao Cliente o melhor que a sua marca pode ser.

  1. Equipe

Garanta que só faça parte da sua equipe quem você contrataria de novo. O time tem a força dos mais fortes e a fraqueza dos mais fracos. Não são tempos de desperdício e o maior desperdício é investir em quem não é muito bom e muito esforçado. Os bons não esforçados e os não bons não esforçados só exaurem a energia do líder e da equipe. Selecione. Mantenha quem ajuda sua marca a construir respeito, reputação, relacionamento e resultado.

  1. Cultura

Reforce todos os combinados antes de voltar à ativa. Comece já. Cheque com todos que constroem sua marca se estão claros os pontos da sua cultura. Se ela não estiver explícita para todos, reconstrua a cultura com todos e para todos que possam ajudar a marca a evoluir. Escreva um manifesto que inspire a cultura e faça com que ela chegue a todos através do seu exemplo.

  1. Liderança

Mais que nunca ouça a sua equipe. Ela vai ser a grande aliada de construção do futuro da sua marca. Eles sabem muito sobre a conexão dela com os Clientes. Com certeza eles serão os primeiros conectores da sua marca com os Clientes. Construa cada próximo passo com eles. Tudo que for construído dessa forma terá maior engajamento e eficácia. Eles sabem muito sobre tudo que vai acontecer. Conte com eles.

  1. Cliente

Ele está mais carente, com medo e sem rumo do que nunca. Dê atenção e carinho antes de vender. Seja pelo meio que for, a primeira ação tem que ser uma oferta de ajuda. O Cliente não vai se esquecer de quem quiser ajudá-lo. Depois, qualquer oferta de vendas será bem recebida. Obviamente, desde que ela seja direcionada para as coisas de que ele gosta. CRM é tudo. Se sua marca não tiver um, construa um a partir de agora. Muito bem estruturado.

  1. Parceiros

Além da equipe, construa com cada parceiro os próximos passos da relação. Sejam eles fornecedores, bancos, locadores, comunidade, Clientes. Fale com cada um deles. Quanto melhor o relacionamento com qualquer parceiro, maior o retorno da conversa. O futuro nasce aí.

  1. Planejamento

Execute muito bem o hoje. Planeje o amanhã com detalhes. O futuro? Se prepare com o máximo que conseguir. Ele vai privilegiar os mais bem preparados. Quem ainda está mal preparado para o mundo digital, mergulhe. Aproveite o momento e as ofertas de plataformas gratuitas que estão se oferecendo. O maior legado que você terá dessa pandemia será o quanto você se preparou. E o digital, com certeza é o mais valioso de todos.

  1. Inovação

Não abra sem planejar e implementar novidades. O Cliente estará reticente em relação ao consumo, mas todos buscarão novidades onde eles gostavam de consumir. Não, não é mudar toda a marca. É criar uma nova interface de relacionamento com o Cliente, vitrine, site, e-commerce ou Instagram. É ter pelo menos 5% dos produtos muito diferentes, mais diferentes do que qualquer um, inclusive a sua marca tenha oferecido antes da pandemia.

  1. Teste, teste, teste

Mais produtos? Menos produtos? Produtos diferentes. Entrega? Entrega diferente? Teste. Se errar pare. Se acertar continue. Ficar parado é proibido. O erro fatal é não tentar. Errar aos poucos e corrigir é fonte de evolução. Lembre-se de que as inovações nem sempre vão dar o melhor resultado no primeiro instante. Insista com as que parecerem estar no caminho certo. Pare de fazer e passe a fazer coisas novas todo dia.

  1. Ágil

Aprenda sobre esse método. Tempo é tudo, não adianta implementar as coisas como você vinha fazendo antes. A não ser que você já fosse ágil. Há dois vídeos no youtube que falam do que a Spotify fez com relação ao ágil em determinado momento que ajudam muito a dar um primeiro salto nesse novo mundo, caso você ainda não o tenha experimentado. Baixe os vídeos aqui.

 

Pronto, o passo 10 é convidar o Cliente a se conectar com a sua nova marca. Com certeza, depois de percorrer os 9 primeiros passos ele vai ter uma surpresa e, cedo ou tarde, vai voltar a dar preferência ao esforço e dedicação que ele vai encontrar. Tudo depende de você, líder da sua marca mesmo que não seja o dono ou gerente. Cada um vai construir o pedaço de sucesso que lhe cabe, nesse novo mundo em que vivemos. Faça a sua parte.

 

Fonte: Edmour Saiani – Ponto de Referência

Digital, Equipe, Experiência do Cliente, Inovação, Liderança

Gerenciando equipes remotas e aumentando a colaboração entre funcionários

Gerenciando equipes remotas e aumentando a colaboração entre funcionários

Como gerenciar equipes remotas?

Para gerenciar equipes remotas de maneira efetiva você precisará das ferramentas certas, de uma atitude engajada e comprometida, junto a alguns princípios fundamentais. Vejamos os principais pontos a seguir:

  1. Incentive a transparência

Uma comunicação transparente é o primeiro passo para que você consiga gerenciar equipes, tanto em um local físico quanto remotamente. Porém, quando os funcionários então em lugares diferentes e distantes, isso se torna uma tarefa um pouco mais complicada. Como líder, o seu time irá se espelhar em você. Então, tenha certeza de se comunicar de forma aberta para que seus colaboradores façam o mesmo.

Uma medida muito importante para que isso seja garantido é reforçar sua humanidade e presença: mostrar o rosto por meio de videoconferências contribuirá para torná-lo mais presente e transparente. Pesquisas mostram que a maioria dos colaboradores se sentem mais conectados quando o vídeo está disponível (falaremos mais sobre isso adiante).

Ainda que estejam em lugares remotos, para que o gerenciamento seja eficiente, sua equipe deve ser informada de tudo o que está acontecendo na empresa. A distância não pode impedir que se sintam parte da organização. Além disso, é importante que você:

  • Faça com que os papéis e as responsabilidades de todos estejam sempre claros;
  • Não hesite em discutir preocupações e expectativas com frequência. Além disso, as metas devem sempre estar bem definidas;
  • Acompanhe atentamente os projetos e o desempenho da sua equipe por meio de ferramentas de gerenciamento de trabalho;
  • Ainda que trabalhem em casa, funcionários devem seguir horas de trabalho, bem como feriados. O calendário deve estar bem planejado e definido;
  • Nessa situação reuniões são ainda mais importantes, então tenha certeza de que todos compareçam, através, é claro, de uma conferência em vídeo.

Todos esses pontos contribuem para um trabalho em equipe mais transparente e produtivo. É importante prezar a honestidade e transparência no trabalho para que o time esteja em sincronia contínua!

Além disso, deixe claro que a equipe sempre poderá (e deverá) fazer perguntas. A comunicação não pode ser, em hipótese alguma, unilateral.

  1. Pratique a comunicação constantemente

Sem ferramentas como as de audioconferência, videoconferência ou chat em grupo que tornem possível uma comunicação contínua, as equipes remotas nunca teriam ganhado tamanha popularidade. Para que uma equipe seja de fato uma equipe, eles precisam se comunicar.

Gerenciar uma equipe remota com eficiência demanda o uso de tais ferramentas, cujo o papel essencial é possibilitar a colaboração entre o time e, consequentemente, permitir que façam um bom trabalho.

Posto isso, cabe a você determinar quais dessas ferramentas serão adotadas. Para conversas diárias o uso de mensagens instantâneas e conversas em grupo são o ideal. Já para as reuniões, é importante que se faça uso de ferramentas de videoconferência, ou mesmo audioconferência, dependendo do seu grau de importância.

É importante apontar que o contanto que você estabelece com a sua equipe não precisam ser para se tratar de negócios exclusivamente. Gerencie sua equipe de modo a criar um vínculo mais pessoal. Dessa forma, a colaboração é estimulada e a eficiência das estratégias aumenta.

  1. Use as ferramentas certas para manter as equipes organizadas

Para que você possa gerenciar uma equipe remota, você precisa de organização. Estruturar bem cada funcionário e cada função dentro de um todo leva ao aumento de produtividade e da eficácia. Considerando que você não poderá estar por perto, precisará de ferramentas que ajudem a manter essa organização de maneira eficiente.

Para que você gerencie melhor sua equipe e a mantenha organizada, considere:

  • Ferramentas de compartilhamento de arquivos para que todos tenham acesso às mesmas informações;
  • Ferramentas de videoconferência, audioconferência e mensagens instantâneas para um time colaborativo e que mantêm a comunicação constante;
  • Calendário e ferramentas de agendamento para deixar prazos, datas e reuniões bem estabelecidos;
  • Gerenciamento de projetos e software de acompanhamento para que haja controle sobre o tempo gasto em cada tarefa;
  • Ferramentas de armazenamento e backup automático.

Ainda que seja importante garantir a independência das equipes remotas, é muito útil contar com a ajuda de ferramentas que as mantenham no caminho certo.

  1. Incentivar relacionamentos saudáveis entre os funcionários

Ainda que já tenhamos mencionado esse fator anteriormente, é importante reforçá-lo. Um dos problemas mais perceptíveis quando se trata de ter equipes remotas na sua empresa é que dificilmente esses funcionários sentirão qualquer conexão emocional uns com os outros. Quanto maior for a sensação de conexão, entretanto, mais a equipe parecerá com uma equipe de fato. Isso é fundamental porque, para que um projeto seja executado, é necessário a contribuição de diversos membros. Se esses membros não se entendem bem, o resultado final é inevitavelmente prejudicado.

Por isso, insistimos nesse ponto: como um bom gerente para a sua equipe você deve dedicar tempo e investimento suficiente para que o relacionamento entre os seus colaboradores seja saudável.

Um estudo indicou que, para uma equipe apresentar um desempenho alto, o componente essencial é a capacidade de ter empatia, colocar-se no lugar do colega e estar atento a como ele se sente e do que precisa. Já que em um time o trabalho é feito em conjunto, isso é fundamental.

Então, sempre procure por oportunidades para tornar a sua equipe mais unida. Uma medida simples é criar um grupo de bate-papo onde se discutam interesses além dos do trabalho.

Gostou do artigo? Você pode conferir ainda mais dicas desse tipo na minha coluna aqui no nosso blog! Não deixe de conferir. Quanto mais informação você tiver mais preparado estará para gerenciar sua equipe da melhor maneira possível.

Fonte: Mythe