Na situação atual, como podemos apoiar os trabalhadores da linha de frente?

Na situação atual, como podemos apoiar os trabalhadores da linha de frente?

De acordo com Tim Slade, palestrante, autor e premiado designer de e-learning, em tempos de Covid 19 é importante apoiar os funcionários da linha de frente, sejam eles trabalhadores de um restaurante, um supermercado, nas entregas ou em uma sala de emergência. Especialmente agora, é relevante encontrar o equilíbrio entre os novos recursos que podemos oferecer e as práticas já estabelecidas. Assim, o Slade sugere as dicas abaixo:

Perguntar o que os colaboradores precisam

Com muita frequência, no mundo do aprendizado e do desenvolvimento, nós dizemos o que o indivíduo precisa e entregamos. Na situação atual, a melhor coisa é saber o que os colaboradores necessitam e para então fornecer. Sejam recursos adicionais no uso de equipamentos de proteção individual (EPI) ou outros recursos necessários para tornar o trabalho menos estressante. Como profissionais de recursos humanos, podemos ser o canal entre o que nossos colaboradores precisam e como a empresa pode fornecer. Isso nos leva à segunda dica.

Adapte-se e seja flexível

É importante lembrar que estes não são tempos normais. Os funcionários da linha de frente estão se adaptando rapidamente a diferentes interações sociais e práticas de trabalho. Talvez não seja a hora de lançar um novo curso de habilidades pessoais ou algo que não contribuirá de imediato com seu trabalho. Isso não quer dizer que as habilidades sociais não sejam importantes, mas podem ser colocadas em espera até que tudo isso termine. A necessidade do momento é adaptação e flexibilização.

Seja um facilitador

A dica final é simples: faça tudo o que puder para facilitar a vida deles. É isso aí! Contribuir ao máximo para que o dia a dia no trabalho seja mais fácil e seguro.

 

Espero ter ajudado. Boa sorte!

 

 

Fonte: site ATD (Association for Talent Development) – https://www.td.org/

 

Coronavírus: uma boa e uma má notícia

Coronavírus: uma boa e uma má notícia

As comorbidades, que aumentam o risco diante do novo coronavírus, podem ser

evitadas com um estilo de vida saudável

Pesquisa da Fiocruz recém-divulgada estima que um em cada três brasileiros adultos, ou seja, cerca de 50 milhões de pessoas, tem ao menos um dos cinco fatores de risco que podem agravar a Covid-19: diabetes, hipertensão, doenças pulmonares, cardíacas, ou são idosos.

De acordo com os dados, 22% são hipertensos, 7% tem diabetes, 4,2% sofrem doenças do coração e 1,8% tem doenças no pulmão. É uma má notícia porque retrata que 33,5% da população tem dado pouca atenção aos cuidados com a saúde, já que todas estas doenças estão essencialmente ligadas a um estilo de vida impróprio. Até mesmo a idade avançada, outrora vista como uma condenação, não tem mais tal caráter. Cada vez vemos maior número de pessoas envelhecendo com talento, verdadeiros jovens plenamente ativos aos 70, 80 e 90 anos.

Portanto, por trás da má notícia, há uma boa notícia: todas estas doenças são passíveis de prevenção. Um estilo de vida saudável representa 73% das chances de longevidade de um indivíduo. Estudo publicado pela Associação Médica Americana mostrou que quatro hábitos, adotados em conjunto, respondem por uma redução de 80% no risco de desenvolvimento das doenças crônicas mais comuns, justamente as que mais colocam em risco os pacientes de Covid-19. Os quatro hábitos são: dormir bem, manter o peso ideal, fazer exercícios regularmente e seguir uma dieta saudável.

As transformações no mundo pós-pandemia não ocorrerão apenas na economia, no mercado de trabalho e no comportamento social. A prevenção e os cuidados com a saúde ganharão maior relevância. Através do check-up médico regular, fatores de risco para a saúde do indivíduo são mapeados e as orientações para corrigi-los são definidas. Que o susto com a Covid-19 sirva, ao menos, como um convite para a prática de um estilo de vida mais saudável.

 

Fonte: https://vejario.abril.com.br/blog/gilberto-ururahy/coronavirus-uma-boa-e-uma-ma-noticia/

Imagem: Dormir bem, manter o peso ideal, fazer exercícios regularmente e seguir uma dieta saudável são quatro regras de ouro. Inspired Images by Pixabay/Reprodução

O equilíbrio delicado entre o coronavírus e a economia

O equilíbrio delicado entre o coronavírus e a economia

O debate não pode ser entre combater o vírus ou pensar nos empregos: temos que fazer

os dois para conseguir a maior redução de riscos.

Em recente coluna no jornal “The New York Times”, Thomas Friedman causou controversa ao afirmar que a sua maior apreensão é a forma que será adotada pelas autoridades para sairmos da situação de isolamento social para a volta ao trabalho. Friedman foi questionado sobre estar apreensivo com a economia em um momento em que todas as atenções estão voltadas para a saúde. “É preciso estar preocupado”, insistiu, alegando o temor diante de outro grande inimigo, que chamou de “as doenças do desespero” que atingirão pessoas que, da noite para o dia, perderam emprego, negócios ou todas as economias. “Teremos mais mortes por desespero do que por coronavírus. O debate não pode ser entre combater o vírus ou pensar nos empregos: temos que fazer os dois para conseguir a maior redução de riscos”, resumiu.

Friedman citou o megainvestidor americano Warren Buffett, à época da crise financeira de 2008: “Quando a maré baixa, vemos quem está de sunga e quem não está”. Para ele, a atual pandemia é como a maré recuando: desnuda todas as fraquezas, não apenas individuais, de sistemas imunológicos ou doenças pré-existentes, mas a saúde dos próprios países, se são bem governados e se tem sólidos sistemas de saúde.

Friedman listou alguns exemplos de países que estão testando caminhos para equilibrar esta equação. Uma possibilidade é testar o máximo da população e as com menor risco ou maior imunidade começam a voltar ao trabalho aos poucos, para que retomem a atividade econômica. “Não defendo salvar todo mundo ou matar a economia. Ou salvar a economia e morrer todo mundo. mas defendo sim que precisamos de uma estratégia que combine as duas coisas do melhor jeito e reduza os danos à saúde econômica e pública”, definiu o americano.

Outro modelo de enfrentamento ao vírus proposto por Friedman foi adotado por Israel, Suécia, Holanda e Dinamarca, por exemplo. Estes países estão se limitando a isolar idosos e imunodeficientes, apostando na imunização coletiva, quando um alto percentual da população contrai o vírus e cria-se imunidade.

Este é o caminho que o Brasil tende a adotar com o novo ministro da saúde, Nelson Teich. “Se existe o conceito de que tem que ter 70% da população em contato com a doença para que ela seja imune, e a vacina vai levar talvez um ano, um ano e meio… Entre 2% e 70%, se você não tem um crescimento explosivo da doença, o que não está acontecendo no Brasil, a gente talvez nem chegue nesse número antes da vacina. Isso pode levar um ano, um ano e meio. É impossível um país sobreviver um ano, um ano e meio parado. O afastamento é uma medida absolutamente natural e lógica na largada, mas não pode não estar acompanhado de um programa de saída. Isso é o que a gente vai desenhar e vai dar suporte a estados e municípios”, disse o ministro.

Nessa crise, a idade é o primeiro fator de vulnerabilidade para o indivíduo. Mais envelhecemos, mais a funcionalidade de nossos órgãos diminui. Isso é válido para todos os órgãos. Quanto à capacidade respiratória, importante para enfrentar a Covid-19, ela atinge o ápice entre 20 e 30 anos; depois, diminui, progressivamente, até os 70 anos. O segundo fator de vulnerabilidade são comorbidades, isto é, as doenças crônicas: obesidade, hipertensão arterial, diabetes, asma, câncer… que se presente no idoso, o risco de complicação se agrava.

Até termos uma vacina ou imunização do grupo, precisamos colocar as pessoas de volta ao trabalho. Cedo ou tarde seremos obrigados a retomar nossa rotina. O isolamento social no Rio de Janeiro está decretado, a princípio, até 30 de abril. As questões trazidas por Friedman podem ajudar a iluminar as melhores decisões para quando esta hora chegar.

 

Fonte: Veja Rio on-line

Imagem: A pandemia expõe forças e fraquezas não apenas dos indivíduos, mas também das economias e sociedades. Elliott Alderson by Pixabay/Reprodução

 

Coronavírus: 7 passos para um estilo de vida saudável

Coronavírus: 7 passos para um estilo de vida saudável

Pandemia reforçou a importância de se evitar fatores de risco como diabetes e hipertensão

Diante de tanta informação que a ciência já dispõe sobre a nova pandemia, uma das certezas mais relevantes se refere às comorbidades. Oito em cada dez mortos no Brasil de Covid-19 apresentam um fator de risco associado, como doenças cardíacas, respiratórias, diabetes ou hipertensão. Fumantes também estão no grupo de risco, já que, de maneira geral, têm doença pulmonar obstrutiva crônica, bronquite crônica ou enfisema.

Trata-se de mais uma evidência da diferença que um estilo de vida saudável significa a longo prazo. Hábitos que são de nossa responsabilidade mudar, como o fumo e o sedentarismo, são a causa de 50% das mortes no mundo. A Covid-19 passa a juntar-se a esta lista.

Um estilo de vida saudável inclui alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, controle de peso, sono adequado, estresse controlado e check-ups periódicos. Esses hábitos devem ser mantidos durante todas as fases da vida, visando assim evitar o aparecimento das doenças crônicas.

Abaixo estão algumas dicas de como atingir um estilo de vida saudável:

1 – Diário alimentar: Aproveite a agenda do celular e coloque nela todas as refeições do dia – inclusive os deslizes. Alguns aplicativos também podem ajudar nessa tarefa. Esse é o primeiro passo para você ter noção de onde está exagerando.

2 – Objetivos claros: Comece traçando dois objetivos, um a médio e outro a longo prazos. Valorize as vitorias atingidas!

3 – Durma bem: O sono adequado é responsável por repor as energias e representa um dos segredos da longevidade.

4 – Exercício físico: Há vários aplicativos que oferecem programas e séries de exercícios para se fazer em casa. Isolamento social não é desculpa para ficar parado. Trinta minutos ao dia são suficientes. Mexa-se!

5 – Compartilhamento da experiência: Um estilo de vida saudável deve ser compartilhado com todos os membros da família, principalmente as crianças.

6 – Check-up: Não deixe de fazer seus exames semestrais ou anuais, conforme recomendação do seu médico para saber se seu plano de novo estilo de vida está funcionando e, assim, se sentir mais estimulado.

7 – Flexibilidade: O segredo de um estilo de vida saudável a longo prazo é não ser inflexível. Escolha uma das refeições da semana para comer aquilo que você gosta. Isso reforça o ânimo para seguir em frente.

Repare as dicas acima nada tem a ver com longos períodos de tempo ou grande valor de investimento. Basta boa vontade e perseverança. Adote um estilo de vida saudável e prepare-se para colher os bons frutos dessa escolha nos anos que virão. Saúde é prevenção.

 

 

 

A prática regular de exercícios está entre os passos para um estilo de vida saudável. Scott Webb by Pixabay/Reprodução

Lições que a História nos ensina sobre epidemias

Lições que a História nos ensina sobre epidemias

A atual pandemia também passará e a vida vai se impor mais uma vez

“Não havia tempo para liberarmos os corpos. Nós os empilhávamos no fundo da sala de reanimação do hospital. E liberávamos os corpos quando podíamos, durante o dia ou à noite”. A descrição da cena dramática poderia ser de algum profissional de saúde em um centro médico na Europa em 2020. Mas o trecho é extraído de um depoimento a um jornal francês de 1969, durante a Gripe de Hong Kong, que vitimou 31 mil franceses e um total de um milhão de pessoas em todo o mundo.

A analogia entre os dois momentos foi feita pelo deputado francês Olivier Becht. Sua intenção foi chamar a atenção dos franceses para as lições que podem ser extraídas das epidemias pregressas. Em primeiro lugar, a boa notícia de que nossas sociedades já enfrentaram crises de proporção semelhante. Ele apontou a atual pandemia mundial como um evento jamais visto por nossa geração. No entanto, ressalta que esta não é a primeira vez que a Humanidade enfrenta uma crise de tal proporção e elenca outras ocorrências recentes enfrentadas por gerações anteriores no século XX, como a Gripe Espanhola (1918) e a Gripe Asiática (que matou dois milhões de pessoas em 1957), além da já citada Gripe de Hong Kong. Apesar da mortalidade em massa, a Humanidade não foi dizimada a vida seguiu seu curso. Esta pandemia também passará e a vida vai se impor novamente.

Outro ponto levantado por Becht é que os avanços tecnológicos modificaram a sociedade de forma definitiva nos últimos 50 anos. Se em 1969 a morte de milhões de pessoas era interpretada como uma fatalidade, hoje ela nos soa simplesmente inaceitável. Espera-se que a ciência possa nos proteger de todas as doenças, como se a morte estivesse cada vez mais acuada, vencida pelas descobertas científicas. No entanto, Becht pontua que essa visão sobre a morte se restringe apenas quando os atingidos são os países ocidentais. Ele se refere ao escandaloso fato de que 500 mil pessoas morrem de malária na África todos os anos, sem a devida repercussão nos países do Primeiro Mundo.

Becht também destaca a mudança no grau de exigência da sociedade para com o Estado, responsabilizado por providenciar resposta a todas as demandas. “Em 1969, ninguém cobrou que Pompidou detivesse a gripe de Hong Kong”, cita.

Para o deputado francês, fica claro que a História nos ensina o quanto mudou a esfera midiática e sua influência em eventos de grande repercussão. À época, muitos canais de mídias ainda estavam sob controle do Estado francês. Como não era possível deter a doença, simplesmente não se falava sobre ela. Já na era dos canais de notícias 24 horas no ar e das mídias sociais, o assunto domina todos os espaços. “Temos a impressão que nossa visão de mundo se limita apenas ao que aparece nas telas”, resume. E como só se fala de Covid-19, quase esquecemos que a vida continua “com o que ela tem de mais maravilhoso, como o amor, a criação e a inovação, mas também com o que ela tem de pior: o ódio, a violência, a criminalidade, a estupidez”, provoca Becht. Ele defende que a saturação de informações sobre a doença nos dá a impressão que o mundo parou. E a normalização de tal sentimento faz com que ele pare, de fato.

Becht se antecipa e afirma que sempre poderão alegar que estamos vivendo outros tempos, bem diferentes de 1969. É verdade. Os ensinamentos da História não nos obrigam a repetir fórmulas ou modelos para enfrentar novos desafios. Mas ele se arrisca a listar desde já algumas lições do passado que nos podem ser úteis neste momento:

1 – Epidemias sempre existiram e, provavelmente, sempre existirão. Elas não são resultado de complôs internacionais de estudiosos e militares em laboratórios secretos. Elas são simplesmente vírus que fazem parte da natureza, assim como nós.

2 – Nem mesmo toda a ciência ou os melhores líderes e autoridades podem evitar a ocorrência de eventos naturais imprevistos.

3 – É preciso manter o otimismo, porque a Humanidade sempre conseguiu dar a volta por cima e se sobrepor às epidemias.

Becht propõe que os franceses não se desgastem acompanhando a contagem de mortos que monopoliza a mídia e as redes sociais. Ele conclui seu raciocínio propondo um desafio. “Olhem para o passado, este pode ser o recuo necessário que nos permitirá construir um futuro melhor. Coragem e esperança!”

 

Epidemias anteriores oferecem lições para nosso atual momento. Gordon Johnson Pixabay/Reprodução

 

A Pandemia e o Paradigma

A Pandemia e o Paradigma

Depois de algumas longas semanas de isolamento social incluindo realização de home office (em português, teletrabalho), compartilho as reflexões que me surgiram.

No início do processo, sentia certa estranheza quando ouvia algumas pessoas usando a expressão “quando voltarmos ao normal”… e eu me perguntava o que era o normal e para qual normal estaríamos voltando. Agora, já se fala no “novo normal”. Talvez porque as mudanças pelas quais estamos passando já deixam marcas que impedem que seja possível retornar ao “velho normal”.

Lembro que, na década de 90, no boom da Gestão pela Qualidade Total, conheci a palavra “paradigma”. De origem grega, foi tomada emprestada de um livro do físico Thomas Khun, para representar um conjunto de referências que formam uma visão de mundo.

Na época, apresentava-se como exemplo de quebra de paradigmas o que havia acontecido na indústria de relógios. A Suíça dominava a tecnologia e era “dona” de uma grande fatia do mercado (market share). Os relógios suíços eram conhecidos como os melhores do mundo pela precisão, por meio de seus sofisticados mecanismos que exigiam grande qualificação para serem produzidos. Então, os japoneses desenvolveram o relógio digital, que apresentava a mesma precisão e mudaram a cara da indústria. Os relógios suíços continuaram sendo reconhecidos por sua qualidade, mas o market share mudou completamente. A produção em série de relógios digitais tornou o produto mais acessível, por conta da mudança tecnológica.

Ouvi, algumas vezes, a explicação de que, quando há uma mudança de paradigma, tudo começa do zero. Isto é, todas as referências, padrões etc. são como que “resetados”. ALT-CTRL-DEL!

Na minha percepção é o que a pandemia do COVID-19 vem causando: uma ruptura de paradigmas. Algumas indústrias que já possuíam inovações latentes e que eram rejeitadas pelo status quo (conservadorismo? medo?), tiveram que implantá-las para preservar sua sobrevivência. E o home office, questionado pelos adeptos do padrão “comando e controle” (ainda existente) e da crença de que a presença física é que traz a produtividade, está forçando os gestores a reverem seus modelos mentais.

Quantas sementes estavam sendo germinadas e estão florescendo… a Natureza, da qual o homem faz parte (precisamos lembrar disso!), está se regenerando…

Alguns serviços em que a presença física era exigida, precisaram se reinventar. Estou fazendo yoga de casa, conectada com a instrutora por um aplicativo. Mesmo a educação à distância das crianças (home schooling), com a presença justificada pela socialização, está vivendo um momento de adaptação. Que tipo de socialização será necessária nos novos tempos? É possível empatia à distância?

Minha mãe com seus 84 anos precisou aprender a fazer e receber chamadas por vídeo pelo celular. Foi o meio que encontramos para nos aproximarmos nessa fase. A voz cumpre seu papel, mas já dizem os chineses que uma imagem vale mais do que mil palavras.

E o que esses tempos pedem de nós? Tomar consciência de nossos valores, das nossas crenças, principalmente daquelas que nos bloqueiam de sermos nossa melhor versão e de estarmos abertos e conectados ao momento presente.

E o normal? Ou melhor, o novo normal? O mundo como o conhecemos, antes de fevereiro de 2020, não existe mais…

Acredito que, a partir do que temos dentro de cada um, juntos vamos descobrir como dar conta dos desafios que estão colocados e dos que surgirão, atentos aos sinais que vêm de todos os lados. O futuro está em nossas mãos, nossos sentimentos e nossos pensamentos.

Aproveitemos o tempo do isolamento social para aprender sobre nós, sobre as relações e sobre o mundo, tornando-nos cada vez mais, observadores de nós mesmos… como o poeta Milton Nascimento já dizia, “eu, caçador de mim”…

E você, o que tem descoberto nesses tempos de isolamento social?

 

Referência:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigma

 

Imagem:

Mystic Art Design para Pixabay