O tripé que vai fazer você crescer – ou não

O tripé que vai fazer você crescer – ou não

A colunista Betania Tanure afirma que os verdadeiros dirigentes na pandemia olham para o equilíbrio emocional, a produtividade dinâmica e a cultura do bem comum

O cenário atual traz em si, claramente, três desafios principais. O primeiro é o equilíbrio emocional. Em períodos de crise, os predicados emocionais tendem a se exacerbar, sejam positivos, como a solidariedade e o afeto, sejam negativos, como o egoísmo, a ansiedade e a angústia.

Hoje a maioria das pessoas está no seu limite emocional. São sintomas as reações de raiva desproporcionais aos fatos, as crises de choro, o grande sofrimento com as incertezas, a baixa qualidade do sono, o constante cansaço, os excessos na alimentação ou no uso de bebidas alcoólicas. Se nesse período de crise você conseguir se manter emocionalmente estável, seu caminho é promissor. Caso se sinta angustiado(a), irritadiço(a) ou vulnerável na maior parte do tempo, não se iniba, procure ajuda antes que a doença tome conta de você.

O segundo desafio, a produtividade, está intimamente relacionado ao primeiro. Nos últimos três meses da pandemia, apesar do choque inicial e do alto grau de estresse, a produtividade aumentou em grande parte das empresas, mesmo consideremos as diferenças setoriais. Aumentou porque as pessoas passaram a trabalhar sem trégua, a fazer com mais rapidez, parte delas à distância, o que faziam antes. Essa é a “produtividade estática”: fazer a mesma coisa mais rápido.

Tal aumento tem também outras fontes, mais nobres – e tomara que sustentáveis, como o ganho de autonomia, a redução de burocracias que por conveniência alguns apelidaram de “governança” e a ampliação do espaço para inovação, esta por absoluta necessidade. Trata-se da “produtividade dinâmica”, ou seja, da mudança da forma de fazer ou do que se faz.

Por fim, o aumento da produtividade também pode ser explicado biologicamente: na fase aguda do estresse, há um estímulo da área primitiva do cérebro que tem impacto sobre o cortisol e a adrenalina, o que gera uma reação de “luta” ou “fuga”. Considerando-se o perfil típico dos executivos, no primeiro momento a fuga não é uma reação esperada, mas a luta sim. E todos foram à luta, o que também aumentou a produtividade.

Só não se deve ignorar que, ao se tornar crônico, o estresse pode levar à exacerbação das emoções – e a consequências como a perda de produtividade. Se você nada fizer, vai acontecer. Afinal, trabalhar diante de um computador muitas horas, durante meses, tem impacto físico e emocional. Grande parte das pessoas em home office já não aguenta mais. Para os mais ricos, é difícil imaginar como é a limitação de espaço, a falta de um ambiente adequado, de uma rede que funcione na velocidade demandada, de uma cadeira ergonômica. E não raro há crianças dividindo esse espaço.

Nesse contexto, voltamos ao primeiro desafio: alguns têm maior dificuldade de viver com a família, o que é impublicável. Ademais, o convívio intenso pode fazer aflorar desequilíbrios que estavam, de alguma maneira, adormecidos.

O terceiro desafio deste momento é ser estadista, conceito que venho discutindo desde 2013, quando publicamos na Harvard Business Review uma pesquisa revelando a baixíssima presença dessa atitude nas empresas brasileiras. Não basta doar recursos. Deve-se incluir na dinâmica do modelo de negócio, da organização, no processo decisório, a cultura do bem comum. Dificílimo, vai muito além da doação de recursos.

Nesse cenário, os executivos que podem ser considerados verdadeiros dirigentes, estadistas, serão reconhecidos não mais pela competência de gerar resultados, que é pré-requisito; mas pela habilidade de se manter serenos em momentos de tensão, pelas suas atitudes estadistas e sua competência de incorporar esse traço à cultura de suas empresas. Muitos verão a sua cadeira e a sua importância diminuírem.

Enquanto isso, outros irão crescer.

Não se engane. Não deixe a arrogância típica de quem está no poder obnubilar a consciência sobre as suas emoções. Vá à luta para conhecer os seus pontos cegos. É hora de o ser humano, com suas emoções e propósito, se verdadeiro for, buscar o bem comum. E então, você vai diminuir ou aumentar de tamanho? Está nas suas mãos.

 

Fonte: Valor Econômico

10 perguntas para manter o engajamento no Home Office

10 perguntas para manter o engajamento no Home Office

Muitas coisas quando trabalhamos em escritórios não precisam ser ditas ou perguntadas. Os líderes conseguem, por meio da observação, entender se um colaborador está com menos energia um dia,  se está satisfeito com o que está fazendo, se trabalha em sintonia com o time, etc. Os profissionais, por sua vez, estão a uma cadeira de distância do líder para tirar alguma dúvida, pedir direcionamentos ou fazer alguma queixa.

Quando o trabalho é remoto, tudo isso muda completamente. O time tem apenas alguns minutos por dia para conversar, verdadeiramente. Por isso, cada troca precisa ser poderosa e significativa. Para o líder, esse é o momento de perguntar tudo que, em escritórios, poderia ser apenas observado. Assim, consegue entender qual  a motivação, engajamento e desafios do profissional, para melhor ajudá-lo a evoluir.

Para além de perguntas sobre o trabalho em si, métricas e metas, deve-se olhar para a pessoa e seu relacionamento com o trabalho e os colegas — para times que costumavam atuar em escritórios e estão momentaneamente em home office isso é especialmente importante, uma vez que já estavam acostumados a essa atenção, mesmo que ela fosse implícita.

Separamos 10 perguntas que ajudam o líder a entender como estão os profissionais e construir conversas significativas, confira:

1 – Como você está? Como está sua disposição hoje?

Em um ambiente compartilhado de trabalho essas perguntas são feitas de forma corriqueira ou respondidas por meio da observação, mas em times remotos é importante fazê-las verbalmente, a fim de entender os desafios pessoais do colaborador.

2- Quais os desafios que está encarando? Qual foi tua principal conquista na última semana?

Acompanhar semanalmente essas respostas ajuda os líderes a entenderem quais dificuldades os colaboradores encontram na rotina de trabalho e como as superam, além de dar apoio para a resolução de problemas e incentivar que as conquistas sejam compartilhadas, por mais que pequenas.

3-  Como podemos melhorar nossa comunicação diária?

Uma call de poucos minutos todo o dia pode mais atrapalhar do que facilitar o trabalho, por conta de toda estrutura movida. Então como manter um canal de conversa aberto? Cada pessoa tem uma forma de comunicação, cabe ao líder entender  as preferências e usá-las a favor de um caminho mais fluído de comunicação.

4-  O que mais te motiva no trabalho hoje?

Ao entender qual projeto mais engaja o colaborador, o líder consegue traçar um perfil, sabendo como manejar futuras oportunidades.

5-  Em que gostaria de se desenvolver?

Ter um plano de carreira dentro da empresa é imprescindível para  engajar os profissionais. Entender para que lado cada um quer se desenvolver, portanto, ajuda o líder a apresentar as oportunidades possíveis e oferecer os desafios certos.

6 – Suas obrigações diárias estão claras?

As vezes os profissionais se concentram tanto em  uma parte do trabalho que acabam esquecendo que também são responsáveis por outros detalhes. Um alinhamento constante sobre isso é importante tanto para não ficarem coisas a se  fazer, quanto para o profissional não se sobrecarregar com atividades desnecessárias.

7- Você rende mais trabalhando em time ou individualmente?

Essa é uma pergunta que em um escritório poderia ser apenas uma observação. Mas como não tem como monitorar  o trabalho conjunto remotamente, ela deve ser feita para entender como funciona a performance do profissional e destinar a ele projetos adequados.

8- Qual conquista gostaria de compartilhar com a equipe?

O reconhecimento é muito importante em trabalhos remotos, isso porque ajuda a valorizar a atuação dos profissionais. Entender do que eles se orgulham e pontuar a conquista para equipe ajuda no engajamento.

9- Como acha que está a comunicação com outros líderes e com o time?

Entender como está o relacionamento dos profissionais com outros integrantes da equipe é essencial para evitar isolamento, mal entendidos e aprimorar o espírito de time.

10- Como organiza seus intervalos?

É muito comum que no trabalho remoto as pessoas pulem os intervalos e façam menos horas de almoço. Além de ser cansativo para o colaborador, isso diminui a produtividade do mesmo, essa pergunta, portanto, ajuda o profissional a entender a importância desses momentos.

Fonte: www.feedz.com.br

Quando a casa vira escritório

Quando a casa vira escritório

Os efeitos do home office na saúde dos colaboradores e das
empresas em tempos de pandemia

Toda mudança – de emprego, de cidade e até de estado civil – pede um tempo de adaptação. Segundo a Universidade de Harvard, 85% das pessoas tem muita dificuldade de mudar de hábitos. A pandemia não nos deu essa possibilidade. O isolamento social gerou uma mudança de hábitos muito brusca. Resultado: intenso estresse como reação natural do corpo. Sabemos que o estresse, por meio dos hormônios adrenalina e cortisol, é o combustível que alimenta o estilo de vida pouco saudável.

Diante de um quadro de estresse, ocorre o medo e as incertezas. É a combinação perfeita para que o emocional entre em ebulição. Isoladas em casa, as pessoas viram vários de seus hábitos mudarem repentinamente: sedentarismo, ganho de peso corporal, queda na qualidade da alimentação, usa de bebida alcoólica como fonte de relaxamento. Em seguida, a insônia se estabelece e dá início a um ciclo danoso.

Segundo Darwin, as seis emoções comuns à toda Humanidade, independente da nacionalidade ou cultura, são: a tristeza, o medo, a surpresa, o desgosto, a raiva e a alegria. O brasileiro, hoje, só não compartilha da última.

E o que fizeram as empresas, na tentativa de manter a normalidade de funcionamento? Desenvolveu com seus colaboradores o home office. Assim como todos os demais aspectos da vida, o trabalho à distância aconteceu de forma súbita e impositiva, sem preparo ou adaptação para tal desafio.

Os impactos são diversos e facilmente identificáveis: fragilidade da saúde mental, pânico e ansiedade, depressão, queda na motivação, dificuldade de concentração, falta de supervisão de um líder ou mentor, dificuldade de implementar a cultura da corporação remotamente, especialmente entre os mais jovens. Passamos o dia tentando sanar questões que seriam resolvidas rapidamente de forma presencial. Estamos vivendo um tempo em que a casa virou o centro de todas as atividades cotidianas. Para além de todos os desafios impostos, estamos todos sobrecarregados com o home office. Não é uma situação confortável para nenhuma das partes: para além de toda a fragilidade dos funcionários, as empresas arcarão com gigantescas ações trabalhistas.

Algumas empresas decidiram que seus funcionários continuarão em sistema de home office até o final de 2020. O Twitter anunciou que, depois da pandemia, os colaboradores escolherão se querem trabalhar no escritório ou de casa. Temos um longo caminho de preparação para essa nova realidade, pelo bem das empresas e da saúde dos próprios funcionários.

E você? Como está sendo esse período de home office? Compartilhe conosco sua experiência e dicas.

 

 

Fonte: https://vejario.abril.com.br/blog/gilberto-ururahy/quando-a-casa-vira-escritorio/

Imagem: O trabalho à distancia aconteceu de forma súbita e impositiva, sem preparo ou adaptação para tal desafio. Pixabay/Reprodução

Orientações para uma conference call

Orientações para uma conference call

Dicas para uma boa videoconferência. Acompanhe.

Preparação

Certifique-se previamente de que todos os equipamentos estão conectados adequadamente e com bateria suficiente para durar por toda a conferência. Faça todos os ajustes e testes necessários previamente. Os minutos iniciais de uma videoconferência não devem ser gastos com testes de imagem, voz e tela.

Conforto

Seus requisitos mínimos de conforto devem ser checados e supridos antes do início da conferência. Assim, deixe café e água à mão e assuma uma postura satisfatória. Esses cuidados são válidos porque você deve evitar a máximo sair de cena durante uma reunião ou interrompê-la para resolver esse tipo de coisa.

Boas maneiras

Como uma videoconferência é uma forma diferente de interação, conta com algumas regras de convivência que tornam seu andamento mais harmonioso para todos os envolvidos.

Não estamos falando em seguir normas rígidas, que vieram de algum livro empoeirado, como os manuais de etiqueta de antigamente, mas de ter bom senso e preocupação com a experiência das outras pessoas. Confira:

  • ao liderar uma chamada, aguarde todos entrarem na conferência em silêncio. Quando todos estiverem presentes, inicie a reunião se apresentando e expondo o assunto;
  • ao participar de uma chamada, mantenha-se em silêncio durante a exposição de outras pessoas;
  • seja objetivo ao expor suas ideias. Para tanto, é importante uma boa preparação e conhecimento sobre o assunto;
  • tenha cuidado com ruídos externos.

Os erros que não podem acontecer durante a conferência

Com microfones bastante sensíveis, uma transmissão em vídeo acaba captando tudo o que ocorre na sala de conferência. Assim, vale a pena tomar alguns cuidados, como não comer e beber nem mascar chicletes durante uma videoconferência. Se precisar de um gole de água, deixe o microfone mudo nesse momento.

Também é bom tomar cuidado com o tom de voz. Caso você se exalte, por qualquer motivo, e expressar isso com um grito, vai causar um grande desconforto entre os participantes. Então, procure controlar esses impulsos. Seguindo essas orientações, certamente você deve conseguir reuniões mais produtivas e com mais engajamento dos presentes.

O que mais pode ser feito com a estrutura de uma conference call?

Sem dúvida, conference calls são muito úteis para qualquer empresa. Já mencionamos aqui vários atributos que confirmam essa afirmação. O melhor é que a estrutura de videochamadas pode ainda ser usada em outros contextos, para realizar treinamentos corporativos, webinars e streaming, por exemplo.

Assim, seus treinamentos corporativos podem contar agora com aulas ministradas a distância, sem que seja necessário deslocamento dos instrutores para todas as filiais. Streaming e webinars podem ser promovidos facilmente para que você promova seus produtos e serviços, com links em suas redes sociais.

Um sistema de conference call deve ser encarado como uma das ferramentas de colaboração mais importantes dentro da empresa, por promover a interação e o trabalho em equipe, mesmo que a distância.

 

Fonte: https://blog.wittel.com/conference-call/

Gerenciando equipes remotas e aumentando a colaboração entre funcionários

Gerenciando equipes remotas e aumentando a colaboração entre funcionários

Como gerenciar equipes remotas?

Para gerenciar equipes remotas de maneira efetiva você precisará das ferramentas certas, de uma atitude engajada e comprometida, junto a alguns princípios fundamentais. Vejamos os principais pontos a seguir:

  1. Incentive a transparência

Uma comunicação transparente é o primeiro passo para que você consiga gerenciar equipes, tanto em um local físico quanto remotamente. Porém, quando os funcionários então em lugares diferentes e distantes, isso se torna uma tarefa um pouco mais complicada. Como líder, o seu time irá se espelhar em você. Então, tenha certeza de se comunicar de forma aberta para que seus colaboradores façam o mesmo.

Uma medida muito importante para que isso seja garantido é reforçar sua humanidade e presença: mostrar o rosto por meio de videoconferências contribuirá para torná-lo mais presente e transparente. Pesquisas mostram que a maioria dos colaboradores se sentem mais conectados quando o vídeo está disponível (falaremos mais sobre isso adiante).

Ainda que estejam em lugares remotos, para que o gerenciamento seja eficiente, sua equipe deve ser informada de tudo o que está acontecendo na empresa. A distância não pode impedir que se sintam parte da organização. Além disso, é importante que você:

  • Faça com que os papéis e as responsabilidades de todos estejam sempre claros;
  • Não hesite em discutir preocupações e expectativas com frequência. Além disso, as metas devem sempre estar bem definidas;
  • Acompanhe atentamente os projetos e o desempenho da sua equipe por meio de ferramentas de gerenciamento de trabalho;
  • Ainda que trabalhem em casa, funcionários devem seguir horas de trabalho, bem como feriados. O calendário deve estar bem planejado e definido;
  • Nessa situação reuniões são ainda mais importantes, então tenha certeza de que todos compareçam, através, é claro, de uma conferência em vídeo.

Todos esses pontos contribuem para um trabalho em equipe mais transparente e produtivo. É importante prezar a honestidade e transparência no trabalho para que o time esteja em sincronia contínua!

Além disso, deixe claro que a equipe sempre poderá (e deverá) fazer perguntas. A comunicação não pode ser, em hipótese alguma, unilateral.

  1. Pratique a comunicação constantemente

Sem ferramentas como as de audioconferência, videoconferência ou chat em grupo que tornem possível uma comunicação contínua, as equipes remotas nunca teriam ganhado tamanha popularidade. Para que uma equipe seja de fato uma equipe, eles precisam se comunicar.

Gerenciar uma equipe remota com eficiência demanda o uso de tais ferramentas, cujo o papel essencial é possibilitar a colaboração entre o time e, consequentemente, permitir que façam um bom trabalho.

Posto isso, cabe a você determinar quais dessas ferramentas serão adotadas. Para conversas diárias o uso de mensagens instantâneas e conversas em grupo são o ideal. Já para as reuniões, é importante que se faça uso de ferramentas de videoconferência, ou mesmo audioconferência, dependendo do seu grau de importância.

É importante apontar que o contanto que você estabelece com a sua equipe não precisam ser para se tratar de negócios exclusivamente. Gerencie sua equipe de modo a criar um vínculo mais pessoal. Dessa forma, a colaboração é estimulada e a eficiência das estratégias aumenta.

  1. Use as ferramentas certas para manter as equipes organizadas

Para que você possa gerenciar uma equipe remota, você precisa de organização. Estruturar bem cada funcionário e cada função dentro de um todo leva ao aumento de produtividade e da eficácia. Considerando que você não poderá estar por perto, precisará de ferramentas que ajudem a manter essa organização de maneira eficiente.

Para que você gerencie melhor sua equipe e a mantenha organizada, considere:

  • Ferramentas de compartilhamento de arquivos para que todos tenham acesso às mesmas informações;
  • Ferramentas de videoconferência, audioconferência e mensagens instantâneas para um time colaborativo e que mantêm a comunicação constante;
  • Calendário e ferramentas de agendamento para deixar prazos, datas e reuniões bem estabelecidos;
  • Gerenciamento de projetos e software de acompanhamento para que haja controle sobre o tempo gasto em cada tarefa;
  • Ferramentas de armazenamento e backup automático.

Ainda que seja importante garantir a independência das equipes remotas, é muito útil contar com a ajuda de ferramentas que as mantenham no caminho certo.

  1. Incentivar relacionamentos saudáveis entre os funcionários

Ainda que já tenhamos mencionado esse fator anteriormente, é importante reforçá-lo. Um dos problemas mais perceptíveis quando se trata de ter equipes remotas na sua empresa é que dificilmente esses funcionários sentirão qualquer conexão emocional uns com os outros. Quanto maior for a sensação de conexão, entretanto, mais a equipe parecerá com uma equipe de fato. Isso é fundamental porque, para que um projeto seja executado, é necessário a contribuição de diversos membros. Se esses membros não se entendem bem, o resultado final é inevitavelmente prejudicado.

Por isso, insistimos nesse ponto: como um bom gerente para a sua equipe você deve dedicar tempo e investimento suficiente para que o relacionamento entre os seus colaboradores seja saudável.

Um estudo indicou que, para uma equipe apresentar um desempenho alto, o componente essencial é a capacidade de ter empatia, colocar-se no lugar do colega e estar atento a como ele se sente e do que precisa. Já que em um time o trabalho é feito em conjunto, isso é fundamental.

Então, sempre procure por oportunidades para tornar a sua equipe mais unida. Uma medida simples é criar um grupo de bate-papo onde se discutam interesses além dos do trabalho.

Gostou do artigo? Você pode conferir ainda mais dicas desse tipo na minha coluna aqui no nosso blog! Não deixe de conferir. Quanto mais informação você tiver mais preparado estará para gerenciar sua equipe da melhor maneira possível.

Fonte: Mythe

Conference Call já é uma realidade nas empresas

Conference Call já é uma realidade nas empresas

Em tempos de home office a conference call já é uma realidade para empresas dos mais variados portes, por significar uma opção eficaz às reuniões presenciais, permitindo que conferências aconteçam sem que haja deslocamento dos envolvidos. Trata-se de uma solução que só traz benefícios por otimizar a comunicação da empresa com seus funcionários e com parceiros externos, sejam eles clientes ou fornecedores. Contar com a possibilidade de ter uma conferência em tempo real com parceiros dos locais mais variados e usando apenas seu smartphone pode ser um diferencial competitivo para sua companhia.

Para que você saiba mais sobre o assunto, selecionamos e adaptamos este artigo para que você possa entender como é fundamental essa ferramenta nesse momento para a sua empresa, seus principais benefícios, as melhores práticas e, o mais importante, vai saber como implementá-la com sucesso. Boa leitura!

Conference call é um nome geral pelo qual são conhecidas todas as chamadas — via telefone ou internet — das quais participam três pessoas ou mais. Entre as possibilidades de conferências, temos a audioconferência, a teleconferência e a videoconferência.

Audioconferência: ocorre por áudio e pode usar linha telefônica, VoIP ou internet. Trata-se de uma ótima opção para reuniões a distância nos casos de uma das partes não contar com uma internet veloz.

Como fazer uma boa reunião virtual?

Não adianta contar com toda essa tecnologia e com um ambiente inteiramente adaptado para teleconferências se as reuniões não forem bem planejadas e conduzidas. Além de algumas orientações gerais, que servem para qualquer reunião, virtual ou não, existem outras que se aplicam especificamente a videoconferências. Vamos a elas.

Orientações gerais

Embora estas dicas não sejam uma novidade, é bom lembrar que são boas práticas que devem ser observadas também para reuniões virtuais.

Agendamento

Procure sempre agendar previamente a reunião com todos os participantes. A antecedência mínima depende do número de participantes e do assunto a ser tratado. Assim, quanto mais pessoas tomarem parte na conferência, maior deve ser o prazo dado a você para que elas se organizem antes da data marcada.

Duração

Determine a duração da reunião, pois isso permite que todos os convidados reservem esse tempo na agenda. Além disso, você vai conseguir mais objetividade nas discussões, caso haja um período definido para o encontro.

Pauta

Ao convidar os participantes da reunião, divulgue para eles a pauta preliminar, a fim de que todos possam se preparar de forma adequada para a conferência. Depois que todos confirmarem a presença, faça-os conhecerem a pauta definitiva, que considerou as sugestões deles.

É fundamental que, durante a reunião, essa pauta seja seguida e, caso surjam assuntos que não estejam nela, mas que sejam relevantes, siga com o que foi programado e tome nota. Esse assunto pode ser discutido no final da reunião, caso haja tempo, ou pode ser agendada nova data para tratar dele.

Registro

Toda reunião pede que alguém faça a sua secretaria, isto é, faça todos os registros importantes, os quais, dependendo do grau de formalidade do encontro, acabam gerando a ata.

Em uma videoconferência, como há a possibilidade de o organizador gravar todo o evento e adquirir a transcrição, esse trabalho é facilitado, podendo, inclusive, prescindir de uma pessoa presente exclusivamente para fazer registros.

E você, como está sendo a sua experiência com conference call? Conta para gente o que mais você gostaria de saber sobre o assunto.

No próximo post falaremos sobre outras orientações para uma conference call.

 

Fontes: Blog Wittel e Harvard Business Review – artigos abril/maio 2020