Coluna da Beth Accurso

Beth Accurso, CEO da Eduvir, possui sólida experiência em consultoria educacional, aprendizagem corporativa, competências organizacionais, estilos de liderança, aprendizagem para resultado e gestão do capital humano. É MBA pelo COPPEAD-UFRJ, se formou em Psicologia, possui especialização em Desenvolvimento de Executivos e em Liderança. Atuando há mais de 25 anos, exerceu funções gerenciais e executivas na área de RH, Desenvolvimento Organizacional e Planejamento Estratégico em empresas de grande porte como Lojas Americanas, Mesbla e Rede Globo de Televisão. Foi a responsável pela implantação da Uniglobo Virtual, a Universidade Corporativa da Rede Globo para as emissoras Afiliadas em todo o Brasil.

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Aprendizado em escala

Em um mundo que se transforma rapidamente, com novas dinâmicas de negócios e demandas dos clientes, os métodos tradicionais não são mais uma garantia de sucesso. As organizações precisam redefinir suas estratégias de crescimento, seus modelos de negócios e até mesmo a própria noção de trabalho para acompanhar as mudanças e prosperar. Para John Hagel, diretor do Center for the Edge da Deloitte, localizado no Vale do Silício, e membro da Singularity University, o segredo está em mudar o foco da eficiência escalável para o aprendizado escalável. Hagel falou sobre esses desafios à Mundo Corporativo durante sua última visita a São Paulo, quando participou da edição 2019 do SingularityU Brasil Summit, patrocinado pela Deloitte. A transformação a partir das “bordas” é um tema frequente em seus artigos e palestras. Como as empresas devem endereçar essa questão? Nosso foco é na inovação e na transformação que vêm das bordas para superar desafios. Para a maioria das organizações, inovar significa criar um produto ou serviço diferente para expandir ou conquistar novos mercados. A transformação, no entanto, remete a questões mais básicas sobre o verdadeiro negócio central da empresa – ou em qual negócio ela deveria focar? O que deve ser revisto e retrabalhado para apoiar de fato esse posicionamento? A transformação é muito mais desafiadora, pois obriga a questionar e mudar tudo. Nesse contexto, a melhor maneira de impulsionar a transformação em grandes organizações é pelas bordas. Isso significa identificar uma área que seja relativamente modesta em termos de faturamento ou lucros para a empresa, mas que tenha o potencial de crescer ao ponto de se tornar o novo core do negócio, desde...

10 ações para empresas diante de uma pandemia

Neste momento em que mais de 100 países procuram se preparar ou gerenciar os impactos de uma pandemia, muitas empresas desempenham ativamente suas responsabilidades diante de seus profissionais e da sociedade. Como protagonistas da economia e do ambiente de negócios, as organizações têm como responsabilidades básicas a boa condução dos negócios e o cuidado com seus funcionários. Face à atual pandemia global, a Deloitte acredita que, quanto maior a urgência, mais é necessário que regras sejam estabelecidas e seguidas para que os desafios sejam enfrentados com reflexão e resiliência. O avanço contínuo do novo coronavírus levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a defini-lo como pandemia. Diante disso, neste momento, as empresas podem estar expostas a uma série de riscos estratégicos e operacionais, como atrasos ou interrupção do fornecimento de matérias-primas, mudanças nas demandas de clientes, aumento de custos, insuficiências logísticas que levam a atrasos em entregas, questões de saúde e segurança de funcionários, força de trabalho insuficiente e desafios referentes a importação e exportação de produtos. Com base em nossas análises das principais práticas de empresas de todo o mundo em Planos de Continuidade de Negócios (BCP) e gerenciamento de grandes emergências de pneumonias infecciosas atípicas, Influenza H1N1, Febre Hemorrágica do Ebola e outras importantes doenças, recomendamos que as empresas coloquem em prática as 10 ações a seguir para lidar com as incertezas futuras: Estabelecer equipes de tomada de decisões de emergência As empresas devem estabelecer imediatamente equipes de tomada de decisão para assuntos urgentes temporários, como uma “Equipe de Resposta a Emergências” ou um “Comitê de Gestão de Grandes Emergências” para definir os objetivos a serem alcançados...

Recomendações para contatos e pacientes oncológicos durante a pandemia do COVID-19

Dr Daniel Musse Dr José Bines Diante dos fatos mais recentes, muitas são as dúvidas a respeito do Novo Coronavírus (chamado COVID-19) e há uma orientação geral de evitar atividades hospitalares eletivas, que não demandem uma urgência médica. Contudo, no caso de paciente em tratamento para câncer, a interrupção poderia acarretar um dano a sua saúde. Por isso, apresentamos uma lista de orientações guiadas pelas perguntas mais comuns nesse cenário. 1- Quais as medidas de proteção? O COVID-19 tem como seu principal veículo de contato as “gotículas”, partículas maiores que podem chegar a 1 metro de distância. Daí a recomendação em relação ao cuidado com lavagem das mãos, uso de álcool gel, evitar levar as mãos ao rosto, e respeitar a distância de um metro em salas de recepção, filas, transportes e demais locais. Isolamento social: manter-se em casa, evitar proximidade de pessoas, contato físico como beijar e abraçar ao cumprimentar. 2- Uma pessoa que não está tossindo ou com febre pode ter o vírus? A maioria das pessoas comportam-se como carregadores assintomáticos, ou seja, têm contato com o vírus, carregam o mesmo no seu organismo por um tempo e não chegam a desenvolver sintomas pelo COVID-19. Caso desenvolva sintomas, os mais comuns serão: febre, tosse seca ou secretiva e fadiga. Daqueles que apresentam sintomas, 20% desenvolvem problemas respiratórios. 3- O que há de diferente de uma gripe comum (influenza)? – Cada pessoa infectada pelo vírus da gripe, transmite a doença para uma pessoa, enquanto no coronavírus, cada pessoa infecta duas ou mais pessoas. – A mortalidade da gripe comum é de menos de 1%. – A taxa de...