Coluna da Gilda

gilda_300x200Gilda Palhares é graduada pela PUC-RJ em Comunicação Social e pós-graduada em Psicologia Positiva e Integração com Coaching pela Psi+ e AVM Faculdade Integrada e em Administração Empresarial pela UFF. Especializada em Amadurecimento Lúdico pelo Espaço Néctar. Carreira desenvolvida durante 20 anos, na VARIG, atuando na área de RH em Educação Desenvolvimento. Especialista em programas de treinamentos: comportamentais, vendas, experiência do cliente, positividade e bem-estar. Atua como consultora na Eduvir, desde 2004.

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Yoga do Riso

No início de maio, participei de um encontro virtual de três dias sobre a técnica do Yoga do Riso. Antes de falar sobre o evento e explicar o que é o Yoga do Riso, vou contar como me interessei pelo assunto. Há alguns anos, quando estava fazendo uma pesquisa sobre humor, estresse e bem-estar, li uma reportagem sobre o Dr. Madan Kataria – médico indiano que havia desenvolvido uma metodologia para praticar o riso como exercício, batizando o método de Yoga do Riso. No final do ano passado, quando resolvi conhecer a Índia, resgatei a reportagem que havia guardado e voltei a pesquisar o tema. Como a minha viagem duraria apenas 17 dias, eu não teria tempo de fazer um curso na escola do Dr. Madan Kataria. Mas descobri no Brasil o Instituto de Yoga do Riso, coordenado por Sandro Lobo, formado pela Escola do Riso de Portugal e credenciado pela Laughter Yoga University na Índia, do Dr. Madan Kataria. Agora vamos falar sobre o que eu aprendi nesse encontro virtual (II Semana do Yoga do Rio Online). O Yoga do Riso é a combinação de exercícios do riso com as técnicas de respiração do yoga (Pranayama). É um sistema de entrega de risadas permitindo que qualquer pessoa possa rir e praticar o riso como um exercício sem depender de humor, piadas ou comédia.  O riso falso é tão eficaz quanto o riso real. O corpo não consegue discernir entre os dois. Os neurotransmissores enviam os mesmos sinais e os mesmos hormônios são ativados e, quase sempre, o riso falso se transforma em riso real, o que realmente nos...

Na situação atual, como podemos apoiar os trabalhadores da linha de frente?

De acordo com Tim Slade, palestrante, autor e premiado designer de e-learning, em tempos de Covid 19 é importante apoiar os funcionários da linha de frente, sejam eles trabalhadores de um restaurante, um supermercado, nas entregas ou em uma sala de emergência. Especialmente agora, é relevante encontrar o equilíbrio entre os novos recursos que podemos oferecer e as práticas já estabelecidas. Assim, o Slade sugere as dicas abaixo: Perguntar o que os colaboradores precisam Com muita frequência, no mundo do aprendizado e do desenvolvimento, nós dizemos o que o indivíduo precisa e entregamos. Na situação atual, a melhor coisa é saber o que os colaboradores necessitam e para então fornecer. Sejam recursos adicionais no uso de equipamentos de proteção individual (EPI) ou outros recursos necessários para tornar o trabalho menos estressante. Como profissionais de recursos humanos, podemos ser o canal entre o que nossos colaboradores precisam e como a empresa pode fornecer. Isso nos leva à segunda dica. Adapte-se e seja flexível É importante lembrar que estes não são tempos normais. Os funcionários da linha de frente estão se adaptando rapidamente a diferentes interações sociais e práticas de trabalho. Talvez não seja a hora de lançar um novo curso de habilidades pessoais ou algo que não contribuirá de imediato com seu trabalho. Isso não quer dizer que as habilidades sociais não sejam importantes, mas podem ser colocadas em espera até que tudo isso termine. A necessidade do momento é adaptação e flexibilização. Seja um facilitador A dica final é simples: faça tudo o que puder para facilitar a vida deles. É isso aí! Contribuir ao máximo para que o...

A Sessão vai Começar: Milagre na Cela 7 e O menino que descobriu o vento

Desde que iniciei a coluna “A Sessão Vai Começar”, o foco era trazer mensalmente um filme que tivesse em cartaz e correlacionar com alguma questão comportamental e o trabalho que desenvolvemos. Com o atual isolamento social passei a viver o mundo da Netflix. Iniciei por filmes que lideravam o catálogo e também pelos que os amigos indicavam. Isso me levou à escolha de dois filmes para esta sessão: o Milagre na Cela 7 e O Menino que Descobriu o Vento. O enredo do primeiro filme gira em torno de Memo, pai que tem uma deficiência cognitiva e vive num vilarejo na Turquia com sua filha, Ova, e sua avó. Em um incidente, é injustamente condenado pela morte da filha de um comandante do exército e sentenciado à morte. Durante o período na cadeia, a maior necessidade do protagonista é estar ao lado da filha. Seus companheiros de cela inicialmente o recebem com ódio, mas como o passar do tempo se convencem de sua inocência e se mobilizam para salvar a vida de Memo. O Menino que Descobriu o Vento é baseado na história real do malawiano William Kamkwamba. Uma forte seca toma conta da região em que ele mora e, com isso, nenhuma plantação consegue se desenvolver, trazendo um ciclo de fome para toda aldeia. Inconformado com as dificuldades enfrentadas por todos e com uma curiosidade aguçada, se apaixona por livros de ciência e aprende sobre o funcionamento de motores e eletricidade, descobrindo assim uma forma de geração energia para bombear a água do poço da aldeia e então irrigar a plantação. Em ambos os filmes, verifiquei um assunto comum: a...