Coluna da Regina Martelli

regina_martelliRegina Martelli é consultora de estilo associada da Eduvir e atua no segmento especializado de Moda e Etiqueta dando consultorias e treinamentos para as nossas empresas clientes. Ela desenvolveu, com exclusividade, para a Eduvir, os conteúdos para os cursos online de Imagem Pessoal e Etiqueta Profissional, lançado em 2013 e já incorporado pelas principais empresas do país como: TV Globo, Eletrobrás, Amil, Petrobrás, Embratel, TIM, entre outras.Formada em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica, Regina Martelli trabalhou no jornal O Globo como repórter e produtora de moda (1981 a 1985) e depois, no Jornal do Brasil (1986 a 1992). Foi também editora de moda da Revista Domingo no jornal O Dia (1992 a 1996) e comentarista, repórter e consultora de moda na TV Globo (1996 a 2012).

Curso Imagem e Etiqueta

Desenvolvido em parceria com a consultoria de estilo Regina Martelli, este curso mostra a influência da imagem e do comportamento tanto no ambiente corporativo como fora dele.

Nele você:

  • Compreenderá a importância da comunicação não verbal através da imagem;
  • Saberá como utilizar roupas e acessórios corretamente, compreendendo a mensagem que é transmitida através deles;
  • Será capaz de portar-se adequadamente em diferentes situações no ambiente corporativo;
  • Conhecerá os aspectos relevantes da etiqueta no ambiente corporativo.
A

Posts mais recentes


Casual Friday

A prática do “Casual Friday” começou nos Estados Unidos, no final da década de 80, como um meio de diminuir o stress dos funcionários e estimular a produtividade. A ideia é que, às sextas-feiras, as pessoas tenham mais liberdade e conforto no vestir, usando peças menos formais. Aqui no Brasil, algumas empresas aderiram a essa ideia, já outras preferem o casual Day, isto é, a informalidade é determinada em um dia qualquer da semana. Seja qual for o tipo de “casual” escolhido pela empresa, o fato é que essa palavra não significa que a pessoa vá trabalhar desarrumada ou com cara de quem está chegando da praia ou da piscina. Nada de chegar ao trabalho de bermudas, camisetas regata, havaianas, short, minissaia ou vestidos em geral ou com qualquer item mais apropriado para um fim de semana num resort. Para os rapazes, o jeans – sem desfiados ou rasgões – ou uma calça de gabardine cáqui com uma camisa esportiva ou uma polo são boas apostas. O tênis é aceitável, desde que seja discreto, com solado baixo, o chamado sapatênis. E para as moças, as roupas podem ser mais descontraídas do que o terninho, a calça ou a camisa masculina que costumam usar, desde que não sejam substituídos por minivestidos, saias ou macacão curtinhos, nem sandália rasteira. E para ambos os sexos: não vestir camisetas com frases humorísticas, nem de clubes de futebol. Ou seja, roupa informal, mas com bom senso. Consulte sempre o código de vestimenta de sua empresa, e tire dúvidas sobre as...

O poder da roupa na construção da imagem

A roupa é poderosa. Nossas prioridades, nossos valores e expectativas podem ser percebidos através do que usamos. O que se veste pode criar uma impressão positiva e fazer com que a pessoa se sinta bem consigo mesma, além de mais segura. Sem falar na considerável contribuição para a nossa autoestima. No teatro, nas novelas e no cinema, o figurino é um item fundamental para dar veracidade ao personagem. O mesmo se dá no trabalho. Como se estivesse encenando uma peça ou um filme, o profissional deve pensar a roupa do trabalho como um figurino. Uma produção que ele veste para representar um papel, o personagem que a profissão exige. Um advogado deve se vestir com a austeridade que o cliente espera dele. Um médico de branco transmite a impressão de assepsia e saúde. Assim como uma secretária executiva de uma empresa não pode usar uma bermuda com sandália rasteira. Em compensação, estas mesmas peças cairiam bem numa produtora de moda. Enfim, cada “papel” com o seu figurino...

Bermudas, uma polêmica a(en)calorada

O nome da pessoa que um dia teve a ideia de cortar as pernas das calças para aliviar o calor e acabou fazendo estilo, ninguém sabe exatamente. Mas a origem do nome é certo que veio das ilhas Bermudas, hoje território britânico, que por sua vez teve o nome tirado do seu descobridor, o espanhol  Juan Bermúdez. Lá, diz a lenda fashion, como as mulheres eram proibidas de mostrar as pernas, elas começaram a usar uns shorts grandes, que logo foram adotados pelos homens locais. Os ingleses também adoraram a ideia e, como toda boa criação, a bermuda espalhou-se pelo mundo. Aqui no Brasil, nesse verão 2015 escaldante, essa confortável e prática peça de roupa virou polêmica profissional, quase dúvida existencial: usar ou não usar? Em algumas prefeituras e empresas o uso já foi liberado, mas eu não ouvi falar de nenhuma orientação de estilo. Vai depender só do bom senso dos funcionários? Hum… Considerando que a bermuda tem diferentes correntes, corre o risco dos sem noção chegarem para trabalhar vestidos de skatistas. As moças têm a alternativa de trabalhar de vestidos e saias, portanto essa é uma questão que diz respeito mais aos rapazes. Vamos lá: 1)    Não usar bermuda cargo, aquela cheia de bolsos, você não é um explorador. 2)    Nada de estampas florais ou cores cítricas. O escritório não é praia. Fica liberado, no máximo, um xadrez ou listrado discretíssimos. 3)    A dupla bermuda e camiseta deixa o visual desleixado. 4)    O modelo mais indicado é o tipo alfaiataria. Esse, aliás, chega até a ser elegante. 5)    Camisas de tecido ou de malha na linha pólo...