Coluna do Gilberto Ururahy

gilberto-300x200Gilberto Ururahy é médico formado em 1979 pela UFRJ, com especialização em Cirurgia Geral.

Diretor Médico da Med-Rio Check-Up é especialista em estresse e suas consequências na saúde de executivos com mais de 25 anos de atuação na atividade. Detentor das Medalhas Pedro Ernesto e Tiradentes. Autor dos livros “O Cérebro Emocional, as emoções e o estresse do cotidiano” e “Como se tornar um bom estressado” e de mais de uma centena de artigos médicos, publicados pela mídia brasileira, ao longo de 25 anos, todos tendo como objetivo a prevenção da saúde.

A

Posts mais recentes


Coronavírus: alguns países estão freando a pandemia

A Organização Mundial de Saúde está mapeando as boas práticas dos países Em meio a enorme avalanche de notícias, às vezes perdemos algumas informações preciosas. A realidade é que alguns países estão freando o coronavírus e a Organização Mundial de Saúde (OMS) está mapeando exemplos para identificar estratégias bem sucedidas de contenção da pandemia. Por mais que haja gigantescas diferenças entre os países – como o perfil populacional, já que o vírus se mostrou mais letal entre os idosos – saber quem conseguiu bons resultados é fundamental no planejamento da melhor estratégia de ação. Chama a atenção dos especialistas, por exemplo, os casos de Cingapura e do Japão. Ambos evitaram uma crescente taxa da epidemia reagindo rapidamente no isolamento de casos suspeitos e mantiveram políticas severas desde que a chegada da doença foi identificada. Já a Coreia do Sul e China, onde a pandemia teve início, chamam a atenção por outras estratégias. Na Coreia, a decisão pelo isolamento social e testagem em massa de suspeitos foram determinantes. Na China, o bloqueio nos transportes e a determinação do toque de recolher foram fundamentais, antes mesmo que a epidemia completasse 30 dias de circulação.  Mesmo em países onde os números de casos explodiram no último mês, como Irã e Itália, a curva de crescimento da epidemia começa a dar sinais de abrandamento. Muitas das atitudes listadas acima já estão sendo adotadas pelo governo brasileiro e pelos estados mais atingidos. É hora de nos mantermos atentos e cautelosos, seguindo as determinações das autoridades sanitárias. Quando se trata de saúde, a melhor estratégia é a prevenção. E  você, está fazendo a sua parte?...

Coronavírus: saúde é prevenção

O crescimento ou diminuição de casos da epidemia depende de cada um de nós. Neste momento em que uma pandemia acomete boa parte dos países do mundo, temos a oportunidade de ver o quanto a precaução é a melhor atitude quando se trata de saúde. Nações que adotaram rapidamente as medidas restritivas e solicitaram a quarentena à população são as que mais rapidamente estão conseguindo retardar ou mitigar o crescimento do número de casos. Já os que demoraram a entender a gravidade da crise, estão pagando um preço alto, como é o caso da Itália, infelizmente. O presidente francês Emmanuel Macron acaba de declarar que “a França está em guerra” contra o coronavírus, com medidas mais agressivas de contenção, como o fechamento de fronteiras e do comércio. Já o presidente americano Donald Trump, inicialmente reticente ao vírus, caiu em si, decretou estado de emergência e aderiu a sensatas orientações de isolamento da população, fechando bares, restaurantes, museus, teatros, cinemas, restringindo viagens e recomendando que os americanos trabalhem de casa. Por aqui, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta puxou para si a responsabilidade de capitanear o plano de contenção do coronavírus no Brasil. Até este momento, temos pouco mais de 200 casos na contagem oficial do governo. A previsão das autoridades é que este número fatalmente crescerá nos próximos meses. Mas o fundamental para o sistema de saúde é que este crescimento, mesmo que contínuo, seja gradativo. Caso contrário, se for exponencial, com milhares de novos casos por semana, teremos um colapso. A boa notícia é que isto ainda pode ser evitado no Brasil – e só depende de...

As 10 doenças mais comuns nas mulheres (e como evitá-las)

O acúmulo de atividades e o estresse acarretam uma série de doenças que antes estavam fora do radar feminino. Estima-se que as mulheres respondam por 51,5% da população brasileira, algo em torno de 100 milhões de pessoas. No mercado de trabalho, elas já representam 44,6%, número que só fez crescer nos últimos anos. A participação feminina em todos os segmentos não trouxe apenas alegrias às mulheres. O acúmulo de atividades e o estresse acarretam uma série de doenças que antes estavam fora do radar delas. A seguir, a lista das 10 doenças mais comuns em mulheres, seus sintomas, fatores de risco e a melhor forma de tratá-las. 1 – Doença Arterial Coronariana: Segundo as avaliações da Med-Rio Check Up, em 1990, a cada nove infartos, um era em mulher. Hoje, para cada três infartos, um é em paciente do sexo feminino. E detalhe: em mulheres cada vez mais jovens. A doença coronariana é a principal causa de mortes por doenças cardiovasculares entre mulheres no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde. Os principais fatores de risco são: estresse crônico, maus hábitos de vida como fumo, insônia, sedentarismo, alimentação inadequada, além de uso de pílula anticoncepcional, hipertensão e colesterol elevado. 2 – Câncer de pele: Tipo de tumor mais frequente em mulheres, a exposição ao sol sem proteção é o principal fator de risco da doença. Alguns sintomas são: pintas e manchas com relevo; pinta castanha ou preta que muda de tamanho, textura e forma; e manchas ou feridas que não cicatrizam. A boa notícia é que cerca de 90% dos cânceres de pele diagnosticados precocemente têm cura. 3 –...