Coluna da Isabel

Isabel Clara é estrategista em Imagem Profissional e Branding Pessoal, atua no gerenciamento de marcas pessoais direcionadas a profissionais liberais, profissionais corporativos de diversos níveis, empresários e empreendedores que queiram projetar uma imagem autêntica e de credibilidade e que promovam visibilidade e resultados para suas carreiras e seus negócios.

Por meio de palestras, treinamentos in company ou atendimentos individuais, seu trabalho entende a demanda do cliente (pessoa física ou empresas) e, baseado em seus valores e objetivos, incentiva, ressignifica e desenvolve atributos para aprimorar a imagem a ser projetada no mercado.

Formada em comunicação, moda, com MBA em marketing, pós-graduação em comunicação e cultura de moda, especializou-se em gestão de imagem pessoal e profissional, branding, personal branding e tantos outros que tangenciam seu universo de atuação e convergem com seu grande propósito: promover relações pessoais e profissionais de valor e significado.

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Marcas pessoais às vezes cometem erros. Saiba quais.

Sejamos francos: não é incomum uma marca pessoal cometer erros ao planejar suas estratégias de visibilidade, permanência e influência nos negócios. Por vezes, é comum até que esses erros comecem ainda no processo de descoberta da marca, o que pode ser perigoso principalmente pela perda de tempo que isso possa causar em todas as etapas seguintes. O mais importante é ter sensibilidade para reconhecer nossa vulnerabilidade em qualquer situação e o melhor da disseminação dos conceitos e reconhecimento das melhores ferramentas para o personal branding é saber quais erros devemos ficar atentos para não cometê-los. A seguir listei alguns deles: Não trabalhar o autoconhecimento Autoconhecimento não à toa é a primeira etapa do processo de gerenciamento de marca pessoal. É por meio dele – do autoconhecimento – que o indivíduo reconhece a base de sua marca pessoal, entendendo sua verdadeira personalidade e como seus talentos e visão da vida podem contribuir com as pessoas ao seu redor e com seu significado de ‘sucesso’. O erro em não fazer uma autoanálise é depositar energia em projetos que não aderem ao seu estilo de vida, ao seus valores e aos seus objetivos. Trabalhar só a visibilidade Personal branding não é marketing pessoal, não é gestão de mídias sociais… não é sobre promoção, promoção, promoção. Marca pessoal é sobre influência. Por isso, um dos grandes erros de marcas pessoais é acreditar que basta trabalhar sua visibilidade na internet (e mesmo off-line), quando na verdade você precisa trabalhar duro, se capacitar e ser consistente na sua especialidade de forma que seja reconhecido como um expert. Não usar os recursos da internet na íntegra...

A primeira impressão de marca pessoal

Marca pessoal é aquilo que você deixa como sensação nas pessoas com as quais interage. Baseia-se na sua proposta de valor, ou seja, na percepção daquilo que te torna única, a partir de três mensagens que você transmite: quem é você, o que você faz e como você cria valor para seu público. Desta forma, se marca pessoal tem tudo a ver com a percepção dos outros sobre você, é preciso estabelecer durante seu contato seus melhores atributos e características, fundamentais para gerar confiança e conexão e assim, favorecer relações pessoais ou profissionais. Neste sentido, as primeiras impressões que deixamos podem ser cruciais para essas futuras relações. Por mais que em alguns casos elas possam ser equivocadas, o fato é que pesquisas sobre estas impressões trabalham com uma margem de acerto entre 64% e 74%, o que quer dizer que 2/3 das nossas avaliações estão corretas. Então me diz: se podemos impactar alguém em nosso primeiro contato (nem sempre presencial depois do advento das redes sociais), porque não tomarmos as rédeas dessa situação e tentar mostrar o melhor de nós logo de cara? Pra isso, deixo aqui algumas dicas para te ajudar. Faça um checklist. Não há nada pior que nos concentrarmos na impressão positiva que devemos causar em um lugar e ser pego desprevenido com algo que saiu errado mas que poderíamos ter evitado com um simples checagem. Portanto, antes de adentrar em uma reunião, evento social ou happy hour de trabalho dê uma olhada geral no cabelo, nos dentes, na roupa, sapatos, maquiagem e objetos que carrega. Tá tudo certo? Então vá! Crie conexão e não impressão!...

Marca pessoal precisa de networking.

O conceito de networking ainda sofre com uma sombra do passado. Apesar da evolução da concepção de carreira e sucesso nos negócios, e consequentemente da importância que tem as interações que compõem esses círculos, muitas pessoas ainda entendem o networking como um meio para se conseguir algo. Até pode ser, mas o princípio está mais ligado hoje a contribuição e ao retorno que vem a longo prazo.. Mas fundamentalmente ao propósito de construir uma rede de boas energias que um dia trabalharão em seu favor. Estabeleça uma comunidade para sua marca pessoal Ninguém faz nada sozinho. Aliás, como diz Tom Jobim, “é impossível ser feliz sozinho”. E isso não tem exagero nenhum se pensarmos que marca pessoal precisa de boa reputação e que esta é feita por meio da imagem que seus públicos têm de você. Neste sentido, estabelecer uma conexão com sentido e valor pode fazer toda a diferença para ser memorável e relevante no seu mercado de atuação e fazer dessas interações um suporte para alcançar seus objetivos. Portanto, seja claro na sua mensagem principal, isto é, o que você faz e pra quem você faz, e comece a pensar estrategicamente em como as pessoas a sua volta podem contribuir para alavancar sua marca pessoal, seja apresentando a pessoas que possam ensinar você, ser um parceiro de negócios, um fornecedor, um cliente ou mesmo um ‘advogado de sua marca’, promovendo e defendendo você sempre que possível. Uma comunidade para seu branding pessoal está na família, no círculo de amigos, nos colegas de profissão, professores e referências do seu mercado. Seja disponível e interessado Para construir um networking...